Papo sério & Opinião de especialista.

 

Olá amigos,

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abril 8, 2008. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Uncategorized. Deixe um comentário.

Adoção de crianças terá novas regras

Projeto pronto para votação na Câmara prevê mais agilidade no processo; CNJ implementará 1º cadastro nacional.

 Clara, Renata, Isabel, Rosinha e Paulinho não têm idéia do que seja a Câmara dos Deputados ou o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Mas poderão ter suas vidas modificadas por iniciativas que estão nas duas instituições e são voltadas a dar agilidade aos processos de adoção. Com poucos meses de vida ou, no máximo, 1 ano de idade, esses moradores do Abrigo Nosso Lar, em Brasília, fazem parte de um grupo estimado em 80 mil crianças e jovens que vivem em abrigos no País. Cerca de 8 mil, ou 10% deles, estão em condições jurídicas de serem adotados e aguardam pais dispostos a levá-los para casa.

A burocracia e também as exigências de alguns futuros pais, no entanto, fazem um processo de adoção durar, em média, cerca de quatro anos. Aí entram a Câmara e o CNJ. Com a pressão da Frente Parlamentar da Adoção, o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que tentará pôr em votação em maio o projeto que cria a Lei Nacional de Adoção. Entre outras medidas, dá agilidade ao processo de perda do poder familiar, que retira legalmente crianças da guarda dos pais naturais e é o primeiro passo para a formalização da adoção. Já o CNJ concluirá a implementação do primeiro cadastro nacional de crianças prontas para adoção e de adultos interessados em adotar.

Atualmente, a maioria dos cadastros está restrita aos municípios ou, em poucos casos, a um banco de dados estadual. Para encerrar o mês, acontecerá em Recife o 13º Encontro Nacional de Apoio à Adoção (Enapa), entre os dias 29 e 31 de maio. 

MUDANÇAS

Entre outras novidades da Lei Nacional de Adoção está a licença-paternidade, de 60 dias, para homens solteiros ou viúvos que adotarem uma criança. O projeto permite ainda adoção de maiores de 18 anos, hoje não prevista em lei. E, no caso da perda do poder familiar, limita o processo a no máximo um ano de duração.

O autor do projeto, deputado João Matos (PMDB-SC), destaca o caráter conceitual da proposta, aprovada em comissão especial e pronta para votação, dependendo apenas da decisão da Mesa Diretora e da liberação da pauta do plenário, tomada por medidas provisórias. “A lei deixa claro que a adoção é um direito inalienável da criança. Antes, era vista apenas como solução para o casal que não podia ter filhos”, diz Matos.


Embora os dados oficiais sejam precários, Matos diz que “aos poucos, essa mentalidade de querer bebê, menina, branca de olhos claros está sendo deixada de lado e permite aumentar a quantidade e a qualidade das adoções”. Segundo o deputado, que em 1987 adotou um bebê negro, de 10 meses, a média nacional de espera de futuros pais é de 3,7 anos, “mas pode durar muito mais, se houver muitas exigências dos pretendentes à adoção”. Cleber, o filho adotivo do deputado, morreu aos 15 anos. “Depois disso, me voltei para o assunto”, conta.

O juiz da Infância e da Juventude de Florianópolis, Francisco Oliveira Neto, conhece bem esta realidade. Segundo ele, de 3 mil pretendentes à adoção em Santa Catarina, “50% não aceitam crianças com mais de um ano de idade; 64% só aceitam crianças brancas e 75% não aceitam crianças com nenhum tipo de problema de saúde, mesmo que tratável”.

Oliveira Neto é um dos vice-presidentes da Associação de Magistrados Brasileiros (AMB) e lidera a campanha “Mude um destino”, que entrará na segunda fase. Na primeira, 150 mil cartilhas sobre os abrigos de crianças e adolescentes e sobre o passo-a-passo da adoção foram distribuídas em todo o País. Um concurso premiou os melhores abrigos. A segunda etapa promoverá audiências públicas com os vários setores que atuam na adoção. O juiz é também integrante do comitê gestor do cadastro único que será lançado pelo CNJ. “Não existe um órgão centralizador nacional de dados sobre adoção e esta é a primeira dificuldade. Com o cadastro nacional, teremos informações de todos os abrigos existentes, com as crianças prontas para adoção, e também dos pretendentes”, diz Neto.

Com a instalação do cadastro, cada juiz da Infância e da Juventude fica obrigado a manter o mais atualizado possível a lista de sua comarca e terá acesso ao banco de dados por meio de uma senha. Nos municípios onde o acesso à internet for difícil, a atualização será feita pelas corregedorias de Justiça dos Estados.

Embora elogie a iniciativa da Lei Nacional de Adoção, Oliveira Neto diz que “o problema no Brasil não é de lei, mas de políticas públicas”. “Os entraves maiores estão na concepção da população em geral. A mãe que não quer um filho prefere entregar a outra pessoa do que ao juiz”, diz.

Outro integrante do comitê gestor do cadastro único, o juiz Antônio Silveira diz que o banco de dados facilitará que pretendentes adotem crianças de outros Estados, além de permitir traçar o perfil “de quem quer adotar e de quem está na fila para ser adotado”. Silveira defende a aprovação da nova lei principalmente para facilitar a perda do poder familiar.  

MUDANÇAS PROPOSTAS

Poder familiar: o projeto em tramitação no Congresso prevê que a perda do poder familiar deve ser concluída em no máximo um ano, tornando o processo mais ágil. Hoje a lei não fixa prazo

Pai adotivo: o projeto cria uma licença-paternidade de 60 dias para o homem sem cônjuge que adotar uma criança. Atualmente, a licença-maternidade existe para mães adotivas, mas não para pais


Estrangeiros: a proposta dificulta a adoção de crianças brasileiras por estrangeiros, estabelecendo que seja autorizada só se não houver brasileiros interessados. Hoje a lei não faz a distinção

Direitos: o projeto concede ao adotado o direito de saber da
condição de filho adotivo e ter acesso a documentos, quando disponíveis, sobre a família natural, com auxílio do Juizado da Infância e da Juventude ou de outros organismos. Atualmente a lei não faz referência ao assunto

Idade: a proposta regulamenta ainda a adoção de maiores de 18 anos. Hoje, o limite da adoção previsto em lei é de jovens com até 18 anos

 

 

 

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abril 1, 2008. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . adoção, filhos, mães. Deixe um comentário.

FALTA DE APETITE EM CRIANÇAS… O QUE FAZER?

A queixa de muitas mães aos seus pediatras e nutricionistas é rotineira e muitas vezes as causas podem estar nas próprias atitudes dos pais. Saiba um pouquinho mais sobre como deve ser a alimentação infantil e quais as causas da falta de apetite nas crianças.  

Normalmente as mães se cobram muito e cobram muito a criança a respeito da alimentação. Por ser um papel materno, a alimentação é muito valorizada e a preocupação em excesso pode gerar ansiedade e prejudicar esse ato tão importante que é o de alimentar um filho. Cobranças internas, de avós, sogras ou outras pessoas próximas prejudicam e devem ser cortadas pelas mães. A amamentação ao seio é a primeira relação entre o bebê e o mundo que o cerca e por isso é fundamental. Além de representar o alimento, o seio é uma descoberta e representa o afeto, o vínculo com a mãe. A alimentação da criança no futuro será o resultado do relacionamento estabelecido entre ela e o ambiente em que vive e principalmente do afeto entre o bebê e a mãe. 

A depressão pós-parto tem grande influência no bebê. Ansiedade, carência e baixa auto-estima podem ocorrer em função de um relacionamento ruim entre mãe e filho, já que para o bebê a amamentação está diretamente ligada com o afeto. O bebê que tem um bom vínculo com a mãe se torna mais feliz, mais seguro e amado. Por isso é importante que as mães estreitem esse vínculo com o bebê, que normalmente ocorre através da amamentação. Mas infelizmente parece que cada vez mais as mães diminuem o tempo de amamentação. O trabalho, indispensável nos dias de hoje, reduz o período de amamentação. Mas enquanto for possível, as mães devem amamentar e reservar um tempinho somente para os pequenos.  

Alimentação como prêmio
“Pais ausentes muitas vezes querem compensar sua falta de atenção e carinho com comida” diz Claudia Pereira, psicóloga clínica especialista em Psicologia Comportamental e Cognitiva pela USP. E normalmente os alimentos escolhidos pelos pais são aqueles menos nutritivos como doces e fast food. Isso piora a qualidade da alimentação, gera ganho de peso e inverte valores. A criança começa a entender que o alimento calórico é um prêmio, é uma coisa boa, valorizada pelos pais, o que pode gerar obesidade e baixa auto-estima.
  

“A alimentação deve ser um processo natural, equilibrado, sem restrições e sem excessos, que valorize a saúde e desenvolvimento normal da criança” 

Os pais não devem ceder os caprichos da criança. Uma alimentação saudável e balanceada não contempla apenas salgadinhos de pacote, bolachas e frituras. É importante que a criança tenha um prato completo e variado e que alimentos saudáveis sejam oferecidos diariamente dentro de uma rotina estipulada. 

Inapetência fisiológica
A partir dos 9 meses a criança cria uma certa autonomia e a recusa alimentar pode aparecer. Por volta de 1 ano ocorre uma desaceleração do crescimento normal da criança e por isso a demanda por alimentos diminui, o que acaba preocupando muitos pais. Mas é preciso entender que esse é um processo fisiológico e que as crianças não comem as mesmas quantidades que os adultos. A oferta de frutas, verduras, legumes, carnes, leite e derivados e cereais diariamente é fundamental.

Ambiente inadequado
Segundo Claudia a maioria dos casos de inapetência infantil, que é a falta de apetite são causados pelo ambiente inadequado. “A criança vai crescer saudável emocional e fisicamente se viver num ambiente familiar adequado, onde os pais conversam com o bebê, o tratam com carinho, atenção e cuidados”. Muitas vezes os pais não percebem que suas atitudes prejudicam a alimentação da criança. “Não ter rotina na hora das refeições, é um erro. Crianças que almoçam 12 horas um dia e 16 horas outro dia, não criam hábitos, e isso é ruim. Limites e rotina são importantes para as crianças” diz a psicóloga.
Liberdade e independência
Outro erro comum dos pais é não dar liberdade e independência às crianças. “Elas precisam comer sozinhas, se sujar, conhecer os alimentos. Só assim poderão ter experiência, as mãos e a boca são os meios da criança conhecer os alimentos”. Por volta de 1 ano, a criança está bastante envolvida com o ato de brincar e pode querer brincar com o alimento. É importante que os pais deixem a criança mexer no alimento, mas incentivem sempre o ato de comer. As crianças começam também a querer imitar os adultos, serem “independentes” e cabe aos pais paciência e deixar a criança experimentar as sensações. O mesmo se refere à consistência dos alimentos. Os pais não devem ter receio de dar alimentos mais sólidos e diferentes, desde que seja de acordo com a idade apropriada.


Respeitar as escolhas e oferecer sempre
Os pais devem lembrar que os alimentos devem ser bem preparados, o que envolve a escolha, a compra, a conservação, o preparo e o oferecimento à criança. Deve haver variedade no preparo dos alimentos, ou seja, os pais devem fazer refeições variadas e coloridas. Arroz e feijão, as carnes, verduras, legumes e frutas devem variar diariamente, se possível.
Se a criança rejeitar um alimento, os pais não devem desistir, ofereça sempre que possível. À vezes em um determinado momento a criança não estava disposta ou não gostou do tipo de preparação. Esclareça a criança a respeito da importância da boa alimentação, dos nutrientes e suas funções e desde cedo explique também que certos alimentos não fazem bem à saúde e devem ser evitados.


Aumento do apetite
Por volta dos 5 anos a criança tende a aumentar seu apetite e passa a comer melhor. Não deixe de oferecer alimentos saudáveis e não estimule os industrializados, fast food e doces. É importante ressaltar que também não se deve criar um ambiente crítico e totalmente adverso aos alimentos, mesmo que sejam gordurosos e ricos em açúcar. A alimentação deve ser um processo natural, equilibrado, sem restrições e sem excessos, que valorize a saúde e desenvolvimento normal da criança.

março 17, 2008. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . alimentação, filhos, mães. Deixe um comentário.

Na espera…

Já tem nome?

É só anunciar a gravidez que todo mundo quer saber como o bebê vai se chamar. Esta é uma decisão deliciosa e crucial, capaz de provocar empatia imediata ou embates acirrados entre familiares e amigos. Se ainda restam dúvidas sobre o assunto, consulte o nosso guia. O nome que você procura pode estar aqui!

Por Marcia Lobo

Nome é uma questão de gosto e gosto não se discute. Portanto, somos todos livres para decidir se queremos homenagear parentes queridos, astros da TV, a cultura popular brasileira ou simplesmente inventar moda. O ministro da Cultura, Gilberto Gil, batizou sua primogênita de Preta e foi aplaudido pela referência étnica. A atriz americana Gwyneth Paltrow chamou a filha de Apple, maçã, em inglês, “porque maçã é bíblica e doce”. Doçura por doçura, nossa Amora Mautner, filha de Jorge e diretora de TV, é pioneira. Caetano Veloso influenciou uma geração ao chamar o filho de Moreno. Aliás, “Mano” Caetano ganhou recentemente um quase-meio-xará quando Marisa Monte resolveu batizar o primeiro rebento de Mano Vladimir. Sting é outro que registrou a filha com um apelido (famosíssimo, já que foi imortalizado pela divina Chanel, mas que nem por isso deixa de ser um apelido): a menina atende por Coco. Por aqui pegaria muito mal. Da mesma forma, a filha de Paul Simon tem um nome para nós risível: lembra cachorrinho ou – na melhor das hipóteses – um jeito carinhoso de chamar os “luíses” da vida. Pois é, trata-se de Lulu. E há quem trilhe caminhos ortodoxos, como a atriz Cláudia Abreu, cuja menina se chama simplesmente… Maria. Em qual dessas tribos você se encaixa? Ou não se encaixa ainda? Este guia nada convencional pretende ajudar ou inspirar você a escolher o nome que acompanhará o seu bebê tão querido e desejado pelo resto dos dias dele. É uma missão e tanto, para ser cumprida com louvor.  

Heróis e heroínas

Por causa de Brad Pitt, já tem bebê sendo batizado de Aquiles, nome que, antes de Tróia, as mães dificilmente levavam em consideração. Não faltam nas certidões homenagens às heroínas nacionais dos livros, da música e da TV. Entre as mais cotadas, Gabriela (a cravo e canela de Jorge Amado e Sônia Braga), Jade (da novela O Clone), Brida (de Paulo Coelho), Marina (de Dorival Caymmi), Lígia (de Tom Jobim) e Carolina (de Chico Buarque). A minissérie Os Maias colocou Carlos Eduardo e Maria Eduarda de volta no mapa dos favoritos. Estreando em Presença de Anita, Mel Lisboa acrescentou dois nomes aos preferidos dos pais: o dela e o da personagem. Em Mulheres Apaixonadas, Carolina Dieckmann fez as pessoas se lembrarem da existência de Edwiges, a santa padroeira dos endividados. Por falar em novela, pode apostar que, com América, a Sol de Deborah Secco vai emplacar.

A tribo dos extravagantes

Em matéria de exageros, eis alguns campeões mundiais:Blue Angel (anjo azul), filha do músico The Edge, da banda U2;
Scout (escoteira), filha de Demi Moore e Bruce Willis, que também são pais amorosos de um Rumer Glenn e de uma Tallulah Belle;
Seven (sete), filho da cantora Erykah Badu;
Denim (aquele das calças jeans), filho da cantora Toni Braxton;
Lily-Rose Melody (lírio rosa melodia), filha de Johnny Depp;
Chastity (castidade), filha de Cher;
Banjo, filho da atriz Rachel Griffiths;
Kid (criança), filho de Tea Leoni e David Duchovny;
Maddox, filho de Angelina Jolie;
Sarah Sheeva, (antes era Riroca), Zabelê, Nana Shara, Kriptus Rá Baby, Krishna Baby e Pedro Baby, a prole de Baby do Brasil.
 

Geográficos

Nomes de lugares estão em alta entre os astros internacionais:• A filha de Michael Jackson, por exemplo, chama-se Paris.
• Kim Basinger e Alec Baldwin são pais de uma Ireland (Irlanda).
• A menina de Natassja Kinski é Kenya Julia
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O garoto do jogador David Beckham leva o nome do bairro nova-iorquino Brooklyn (porque o casal estava lá quando descobriu a gravidez da ex-Spice Girl Victoria Adams).
 Gostinho da famaPais fanáticos por futebol sempre gostaram de homenagear seus ídolos: Ademir, Gilmar, Jair, Carlos Alberto, Raí, Djalma, Nilton, Ronaldo, Diego, Diogo. Edson (de Pelé) nunca foi um campeão nas preferências; em compensação, quando nasceu a primeira filha do rei, Kelly Cristina virou mania.O sucesso de Senna na Fórmula 1 e de Guga no tênis fez Ayrton e Gustavo voltarem à moda.Nossos vitoriosos times olímpicos de vôlei e basquete acrescentaram à lista: Bernardo, Hortência, Giovane, Renan, Leila, Maurício, Marcel, Adriana, Fernanda, Virna, Ricardo, Emanuel.As top models também colocaram seus nomes em cartaz. Principalmente Gisele, Naomi, Cindy. Bem como as cabeças coroadas, em especial as princesas Diana, Caroline e Stephanie. Outras opções puro sangue azul: Yasmin, Margareth, Sylvia, Juliana, Sarah, Isabel, Leonor, Alexandra, Vitória.Mas são mesmo as celebridades das telas (do cinema e da TV) as grandes fontes de inspiração. Para as meninas: Angélica, Angelina, Alícia, Amanda, Andrea (que na Itália é feminino e masculino e por aqui ganhou versão aportuguesada, Andréia), Bárbara, Camila, Carol, Cristiana, Cristiane, Débora, Drica, Emma, Fernanda, Giovanna, Giulia, Glória, Greta, Ingrid, Isabela, Isabelle, Jenifer, Jéssica, Kyra, Laura, Leandra, Lílian, Linda, Lisa, Lisandra, Marília, Melina, Melissa, Michelle, Mila, Natália, Nicole, Paloma, Paz, Pietra, Rachel, Rebeca, Rosana, Sally, Salma, Samantha, Sandra, Selma, Sharon, Sofia, Susan, Tea, Vanessa. Para os meninos: Alan, Alec, Alex, Caíque, Danton, Eric, Jean, Leonardo, Marcelo, Raul, Rodrigo, Roger, Sam, Selton.E que nomes os ricos e famosos escolhem para os próprios filhos? Começam a ganhar xarás Maria Rita e João Marcelo (de Elis Regina). Diferentemente do que se esperava, Madonna não foi nada extravagante: escolheu Rocco e Lourdes Maria. Cindy Crawford preferiu Presley; e Elizabeth Hurley, Damian.Algumas das mães aqui da terra não inventaram moda: a filha de Kelly Key chama-se Suzanna; a de Elba Ramalho, Maria Clara; Isabel Fillardis, um pouquinho mais ousada, preferiu Analuz. Fernanda Torres deu ao filho um nome há muito tempo fora de moda, mas que agora, copiado pelo casal Angélica e Luciano Huck, pode até voltar: Joaquim. E Helena Ranaldi ficou com o eterno Pedro. Mas Isabeli Fontana não resistiu a ser diferente: o nome de seu filho é Zion – terra prometida dos rastafáris, a seita religiosa jamaicana que a modelo admira.

Como uma Deusa (ou um Deus)

Alcione, Alita, Artêmis, Chandra, Cibele, Cíntia, Clóris, Daphne, Demétrio, Denis, Denise, Diva, Flora, Hermes, Heros, Íris, Ísis, Jane, June, Mani, Nahid, Odin, Ravi, Têmis, Trajano, Thor. Perfume de flor Acácia, Açucena, Antero, Anthea, Ayana, Bonina, Deise, Delphine, Emi, Florinda, Flóris, Gládis, Gláucia, Ivy, Thalia, Verbena, Zara.

Alto-astral

Estes significam felicidade, alegria, otimismo: Ada, Agnes, Aída, Ananda, Benjamim, Caio, Dionísio, Esperança, Eunice, Fausto, Felícia, Félix. Mitológicos Alfeu, Andrômeda, Aurora, Clio, Dido, Dione, Dirce, Enéias, Eurídice, Evandro, Glauco, Hebe, Iole, Laio, Lavínia, Leandro, Leda, Nereida, Orfeu, Penélope, Rômulo, Sabrina, Ulisses, Valquíria. 

Bem originais

Marta e Tadeu – sabia que esses dois nomes vieram do aramaico? Examinando origens distantes (no tempo e no espaço), você pode encontrar (ou lembrar) aquele nome especial que procura. • Alemão: Enzo, Lara.• Árabe: Cid, Karime, Samira, Soraia.• Armênio: Zilema, Zulma.• Assírio: Baltazar, Nina, Semíramis.• Bretão: Morgana.• Celta: Alina, Artur, Brian, Brígida.• Egípcio: Núbia, Osíris.• Espanhol arcaico: Belinda, Bolívar, Ximene.• Francês arcaico: Curtis, Franco, Guido, Leonel, Marlon.• Gaélico: Alana, Glena, Rônei.• Galês: Ariana, Eleonora.• Germânico: Arduíno, Evaldo, Irma, Kleber, Lóris, Mina, Ramiro, Valdo, Wladyr, Zelinda.• Latino-germânico: Alba, Alma, Araceli, Belina, Benício, Carina, Cássio, Constança, Dácio, Fabiano, Fabrício, Júnia, Lorena, Lourenço, Luan, Miranda, Priscila, Sálvio, Tito, Túlio, Úrsula, Veridiana, Verônica, Viviana.• Persa: Ciro, Sacha, Zana.• Português arcaico: Fernão.• Púnico: Aníbal, Bianca.• Sânscrito: Nádia, Nirvana.• Teutônico: Alberta, Aldo, Alison, Armina, Astride, Berta, Bibiana, Brenda, Elga, Hilma, Lutero, Thainna, Werner.

Preferências nacionais

Nomes indígenas e africanos estão em alta, sendo Cauã (escrito das mais diferentes maneiras possíveis e imagináveis) o campeão das preferências. Outras opções para meninos são: Aritana, Caiubi, Delmar, Guaraci, Iberê, Iraí, Jatir, Jurandir, Mair, Moacir, Peri, Poti, Rudá. Para as meninas: Adanna, Amana, Anajá, Bartira, Ceci, Daya, Diacira, Hanna, Iaci, Iara, Iracema, Ivaí, Janaína, Jandira, Juçara, Jurema, Luara, Mairi, Mayara, Miracema, Moema, Niara, Potira.Também estão na moda as pedras preciosas, tipo Cristal, Esmeralda, Pérola, Rubi, Safira e Turmalina.Mas Ana e Maria (pura e simplesmente, ou acompanhadas de um segundo nome) ainda são os mais queridos. A lista dos dez preferidos nos cartórios inclui ainda: Júlia, Giovana, Beatriz, Vitória, Letícia, Gabriela, Bruna e Larissa. Para os meninos, João é campeão, seguido de Gabriel, Lucas, Pedro, Matheus, Luís, Vítor, o já citado Cauã, Guilherme e Vinícius.E os dez mais americanos? Aí vão: para meninas, Madison, Emma, Abigail, Riley, Chloe, Hannah, Alexis, Isabella, Mackenzie, Taylor; para meninos, Aidan, Jaden, Caden, Ethan, Caleb, Dylan, Jacob, Jordan, Logan, Hayden.  

Só não vale…

Dar à criança um nome que possa constrangê-la no futuro. De acordo com o parágrafo único do artigo 55 da Lei de Registros Públicos (Lei n o 6.015, de 31/12/1973), nesse caso, os cartórios podem se recusar a acatar o pedido dos pais. “Há uma certa subjetividade, pois a primeira apreciação é feita pelo oficial do cartório”, explica a advogada Silmara Juny Chinelato, professora livre-docente da Faculdade de Direito da USP, em São Paulo. “Quando os pais não concordam, o próprio oficial remete o caso ao juiz, que dará a palavra final.”

Já escolheu?

março 13, 2008. Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , . Gravidez, mães, Uncategorized. Deixe um comentário.